Voce conhece ou já ouviu falar desse bichinho que está tirando o sono de muitas pessoas?não? Então pode ler aqui e se informar.
O protocolo de Kioto é um documento que foi gerado depois de muito estudo e debate.Apresenta dados em que compromete o processo de industrialização de diversas nações, pricipalmente as grandes potencias que são os E.U.A,União Européia e China,pois apresentam elavadad quantidades de dióxido de carbano.
Nesse documento há um cronograma em que os países são obrigados a reduzir em 5,2% a emissão de gases poluentes,que são dióxido de carbono , gás metano ,óxido nitroso, hidrocarbonetos fluorados, hidrocarbonetos perfluorados e hexafluoreto de enxofre. Estes últimos três são eliminados principalmente por indústrias,entre os anos de 2008 e 2012.
Mas para atingir esse objetivo é necessário que os paises interessados colaborem entre si.Pois essa medida atinge as suas camadas economicas e politicas.O protoloco sugere ações comuns como por exemplo: o aumento no uso de fontes de energias limpas,proteção de florestas, otimização de sistemas de energias e transporte,diminuição de metano e a definição de regras para a emissão dos créditos de carbono.
Autor:Marcelo Mesquita Marinho
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Mundo Perigosamente Tropical
O mundo tem se encontra mais tropical, ou seja, onde as temperaturas já eram elevadas, tem aumentado mais ainda e onde se tinha temperaturas muito baixas, tem sido percebido um aquecimento exorbitante. Um exemplo dessas mudanças é na Península Antártida, onde pode se observar através de estudos realizados por cientistas que passam tempos nesse local, que ouve um aquecimento de 2,5 ºC nos últimos 50 anos.
Essas mudanças se da pelo principalmente pelo aquecimento global, que é o aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra. Porquanto tempo nosso planeta conseguira sobreviver se autoridades e população não se conscientizarem de que para a sobrevivência da terra precisamos pensar mais do que no viver o presente, mas planejar o presente para podermos vivermos o futuro.
Para entender o assunto, algumas causas do aquecimento global:
Concentração atmosférica de gases do efeito estufa – Principal agente causador; o homem.
Desmatamento – Principal agente causador; o homem.
Emissão de gases poluentes(ozônio, dióxido de carbono) – Principal agente causador; o homem.
Como amenizar o efeito estufa:
Consuma menos energia.
Procure utilizar fontes de energias renováveis
Plantar árvores
Postado por Carlos Augusto
Essas mudanças se da pelo principalmente pelo aquecimento global, que é o aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra. Porquanto tempo nosso planeta conseguira sobreviver se autoridades e população não se conscientizarem de que para a sobrevivência da terra precisamos pensar mais do que no viver o presente, mas planejar o presente para podermos vivermos o futuro.
Para entender o assunto, algumas causas do aquecimento global:
Concentração atmosférica de gases do efeito estufa – Principal agente causador; o homem.
Desmatamento – Principal agente causador; o homem.
Emissão de gases poluentes(ozônio, dióxido de carbono) – Principal agente causador; o homem.
Como amenizar o efeito estufa:
Consuma menos energia.
Procure utilizar fontes de energias renováveis
Plantar árvores
Postado por Carlos Augusto
Vai um carbono aí?
Venda de créditos de carbono para empresas do exterior gera lucro e se torna um bom negócio para brasileiras.
Companhias nacionais descobriram uma nova fonte de renda. A venda de créditos de carbono para empresas multinacionais tem gerado lucros consideráveis para empresas tupiniquins dos ramos de alimentos, siderurgia, celulose e aterros sanitários.
Os créditos de carbono são ganhos com projetos de redução dos gases do efeito estufa e podem ser vendidos para companhias dos países ricos que precisam cumprir cotas antipoluição estabelecidas pelo Tratado de Kyoto.
Companhias do ramo químico, como a Rhodia, por exemplo, ganharam bastante adotando posturas ambientais. A empresa instalou filtros utilizados na produção de nylon em sua fábrica em Paulínia, interior de São Paulo, evitando a liberação de óxido nitroso na atmosfera. Resultado: lucro de 140 milhões de reais na venda de seus créditos de carbono, adquiridos pela Société Générale e pelo banco IXIS, ambos franceses, em março de 2006.
Já a empresa S.A. Paulista, especializada em aterros sanitários, criou um sistema para aproveitar o gás metano liberado na decomposição de lixo, gerando energia elétrica para a cidade de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Lucrou 23 milhões de reais com a venda dos créditos, comprados pelo Governo Holandês, em novembro de 2005.
Escrito por José Glauber Peixoto Rocha
Companhias nacionais descobriram uma nova fonte de renda. A venda de créditos de carbono para empresas multinacionais tem gerado lucros consideráveis para empresas tupiniquins dos ramos de alimentos, siderurgia, celulose e aterros sanitários.
Os créditos de carbono são ganhos com projetos de redução dos gases do efeito estufa e podem ser vendidos para companhias dos países ricos que precisam cumprir cotas antipoluição estabelecidas pelo Tratado de Kyoto.
Companhias do ramo químico, como a Rhodia, por exemplo, ganharam bastante adotando posturas ambientais. A empresa instalou filtros utilizados na produção de nylon em sua fábrica em Paulínia, interior de São Paulo, evitando a liberação de óxido nitroso na atmosfera. Resultado: lucro de 140 milhões de reais na venda de seus créditos de carbono, adquiridos pela Société Générale e pelo banco IXIS, ambos franceses, em março de 2006.
Já a empresa S.A. Paulista, especializada em aterros sanitários, criou um sistema para aproveitar o gás metano liberado na decomposição de lixo, gerando energia elétrica para a cidade de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Lucrou 23 milhões de reais com a venda dos créditos, comprados pelo Governo Holandês, em novembro de 2005.
Escrito por José Glauber Peixoto Rocha
Planeta azul, mas para poucos
O consumo mundial de água subiu cerca de seis vezes nos últimas cinquenta anos . A exploração excessiva desse recurso vem reduzindo significativamente seus estoques disponíveis, mas o homem ainda reluta em adotar medidas que garantam sua preservação
O Brasil é privilegiado com relação aos recursos hídricos: 12% da água doce superficial do planeta abriga-se em nossos rios. Porém, como sabemos, toda essa água está geograficamente mal distribuída. A região amazônica, na qual vivem apenas 5% dos brasileiros, acumula 74% desse recurso natural.
E quem sofre com isso é a população que habita outras regiões brasileiras, Acompanhamos constantemente notícias da falta de água no semi-árido nordestino. Para amenizar a situação, o governo federal realiza obras para a transposição das águas do rio São Francisco. Porém, esta ação gera polêmica: para uns, vai garantir o abastecimento de água para populações em zonas críticas de seca; para outros, significa prejudicar seriamente o São Francisco.
Saindo um pouco do Brasil, presenciamos, também, várias partes do mundo que sofrem com a escassez de água. Cerca de 18% da população mundial está sem acesso a uma quantidade mínima desse recurso natural, na versão própria para consumo humano.
A questão é que, mantidos os atuais padrões de consumo e de danos ao meio ambiente, o quadro pode piorar muito e rapidamente: calcula-se que, em 2050, cerca de 75% da humanidade poderá ter dificuldade de acesso à água potável.
Mas há meios para reverter esse quadro. Medidas simples e ao alcance de todos, como reduzir o tempo de banho e fechar a torneira ao escovar os dentes, podem resultar em economia de até um terço de água que usamos no dia-a-dia, o que significa uma economia gigante, se todos adotarem a ideia.
Texto de Raynna Benevides
O Brasil é privilegiado com relação aos recursos hídricos: 12% da água doce superficial do planeta abriga-se em nossos rios. Porém, como sabemos, toda essa água está geograficamente mal distribuída. A região amazônica, na qual vivem apenas 5% dos brasileiros, acumula 74% desse recurso natural.
E quem sofre com isso é a população que habita outras regiões brasileiras, Acompanhamos constantemente notícias da falta de água no semi-árido nordestino. Para amenizar a situação, o governo federal realiza obras para a transposição das águas do rio São Francisco. Porém, esta ação gera polêmica: para uns, vai garantir o abastecimento de água para populações em zonas críticas de seca; para outros, significa prejudicar seriamente o São Francisco.
Saindo um pouco do Brasil, presenciamos, também, várias partes do mundo que sofrem com a escassez de água. Cerca de 18% da população mundial está sem acesso a uma quantidade mínima desse recurso natural, na versão própria para consumo humano.
A questão é que, mantidos os atuais padrões de consumo e de danos ao meio ambiente, o quadro pode piorar muito e rapidamente: calcula-se que, em 2050, cerca de 75% da humanidade poderá ter dificuldade de acesso à água potável.
Mas há meios para reverter esse quadro. Medidas simples e ao alcance de todos, como reduzir o tempo de banho e fechar a torneira ao escovar os dentes, podem resultar em economia de até um terço de água que usamos no dia-a-dia, o que significa uma economia gigante, se todos adotarem a ideia.
Texto de Raynna Benevides
Aquecimento Global o mais urgente problema do sec.21
O aquecimento global vem acontecendo e foi acarretado pela atividade humana.
Embora o clima tenha sempre variado de modo natural, resultados de pesquisas e
simulações sofisticadas vêm sinalizando evidências de que as emissões excessivas de
dióxido de carbono, metano e óxido nitroso podem provocar mudanças permanentes e irreversíveis no clima. Têm sido observados indícios de ocorrência de temperaturas médias mais elevadas,assim como o aumento na sua oscilação. Qualquer mudança da Terra tenderá a alterar as temperaturas atmosféricas e oceânicas. Os perigos representados pelo aquecimento global não são palpáveis, imediatos ou visíveis no decorrer da vida cotidiana, por mais assustadores que pareçam.
Alguns dos principais efeitos já percebidos nos dias atuais são:aumento do nível do mar;alteração no suprimento de água doce;maior número de ciclones;tempestades de chuva e neve fortes e mais freqüentes; e forte e rápido ressecamento do solo.
De acordo com o Relatório de Stern a concentração dos gases geradores de efeito estufa na atmosfera poderá atingir o dobro do seu nível pré-industrial já em 2035. Mesmo sabendo de todos esses efeitos, muita gente continua sentada, sem fazer nada de concreto a seu respeito. A queima de combustíveis fósseis continua sendo jogada ao ar livre pelas fábricas, pelos transportes, pela queima do lixo etc.
Lara Brayner
Embora o clima tenha sempre variado de modo natural, resultados de pesquisas e
simulações sofisticadas vêm sinalizando evidências de que as emissões excessivas de
dióxido de carbono, metano e óxido nitroso podem provocar mudanças permanentes e irreversíveis no clima. Têm sido observados indícios de ocorrência de temperaturas médias mais elevadas,assim como o aumento na sua oscilação. Qualquer mudança da Terra tenderá a alterar as temperaturas atmosféricas e oceânicas. Os perigos representados pelo aquecimento global não são palpáveis, imediatos ou visíveis no decorrer da vida cotidiana, por mais assustadores que pareçam.
Alguns dos principais efeitos já percebidos nos dias atuais são:aumento do nível do mar;alteração no suprimento de água doce;maior número de ciclones;tempestades de chuva e neve fortes e mais freqüentes; e forte e rápido ressecamento do solo.
De acordo com o Relatório de Stern a concentração dos gases geradores de efeito estufa na atmosfera poderá atingir o dobro do seu nível pré-industrial já em 2035. Mesmo sabendo de todos esses efeitos, muita gente continua sentada, sem fazer nada de concreto a seu respeito. A queima de combustíveis fósseis continua sendo jogada ao ar livre pelas fábricas, pelos transportes, pela queima do lixo etc.
Lara Brayner
O MUNDO ESTÁ SUJEITO A VIRAR SORVETE
Escrito por Camila Sales
O mundo vive atormentado com os últimos acontecimentos catastróficos que a natureza tem gerado nos último anos, consequência da exploração desordenada do homem ao retirar recursos da natureza.
O aquecimento global vem causando diversas ameaças ao planeta. De acordo com a revista veja; estudos estimam que a temperatura média da terra pode aumentar 2 a 8 graus até o fim do século.
Entre as principais consequências do aquecimento global, estão a elevação dos mares. Se a temperatura média da terra subir 3 graus, o gelo desaparecerá do Oceano Ártico no verão e derreterá definitivamente na Groelândia. Isso elevaria o nível dos oceanos (que já aumentou 20 centímetros no século passado) e inundaria as cidades à beira-mar, o que naturalmente já vem acontecendo em várias praias do litoral aqui mesmo do Ceará. O mar tem avançado cada vez mais, expemplo é a praia do Icaraí.
As secas mais intensas também é uma resposta do aquecimento do planeta. Com essas secas cidades poderão sofrer com incêndios cada vez maiores e podem se transformar em desertos.
Tempestades mais violentas, furacões como o Katrina vêm se tornando mais frequentes, com a elevação no oceano Atlântico, eles podem ficar ainda mais devastadores, multiplicação das pragas como a malária e etc.
O homem tem procurado maneiras de diminuição de emissão de gases poluentes na atmosfera, uma maneira insignificantemente menor do que a destruição já causada no planeta. O lucro ainda é predominante e cega os países desenvolvidos. Mas o planeta tem pedido bem mais de atenção e cuidado do que as grandes nações tem oferecido, enquanto nada significantemente é feito realmente, o planeta tem monstrado ao mundo sua fúria, e não fiquemos ressentidos com ele.
Fonte: http://veja.abril.com.br/080206/popup_clima.ht
O mundo vive atormentado com os últimos acontecimentos catastróficos que a natureza tem gerado nos último anos, consequência da exploração desordenada do homem ao retirar recursos da natureza.
O aquecimento global vem causando diversas ameaças ao planeta. De acordo com a revista veja; estudos estimam que a temperatura média da terra pode aumentar 2 a 8 graus até o fim do século.
Entre as principais consequências do aquecimento global, estão a elevação dos mares. Se a temperatura média da terra subir 3 graus, o gelo desaparecerá do Oceano Ártico no verão e derreterá definitivamente na Groelândia. Isso elevaria o nível dos oceanos (que já aumentou 20 centímetros no século passado) e inundaria as cidades à beira-mar, o que naturalmente já vem acontecendo em várias praias do litoral aqui mesmo do Ceará. O mar tem avançado cada vez mais, expemplo é a praia do Icaraí.
As secas mais intensas também é uma resposta do aquecimento do planeta. Com essas secas cidades poderão sofrer com incêndios cada vez maiores e podem se transformar em desertos.
Tempestades mais violentas, furacões como o Katrina vêm se tornando mais frequentes, com a elevação no oceano Atlântico, eles podem ficar ainda mais devastadores, multiplicação das pragas como a malária e etc.
O homem tem procurado maneiras de diminuição de emissão de gases poluentes na atmosfera, uma maneira insignificantemente menor do que a destruição já causada no planeta. O lucro ainda é predominante e cega os países desenvolvidos. Mas o planeta tem pedido bem mais de atenção e cuidado do que as grandes nações tem oferecido, enquanto nada significantemente é feito realmente, o planeta tem monstrado ao mundo sua fúria, e não fiquemos ressentidos com ele.
Fonte: http://veja.abril.com.br/080206/popup_clima.ht
Os gases poluentes serão responsáveis pelo aumento de 5ºC na temperatura do Brasil.
Já faz alguns anos que reconhecemos os danos causados por esses gases como, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso, perfluorcarbonetos, vapor de água, CFCs e hexafluoreto de enxofre, na atmosfera de nosso planeta causando o aquecimento global.
Só em 2006, foi comprovado que as nações deveriam reduzir a emissão de gases que agridem a atmosfera. O estudo desenvolvido pelo economista, Nicolas Stern, encomendado pelo governo britânico, causou um grande impacto mundial, pois aponta que se não for reduzida metade da emissão desses gases poluentes causadores do efeito estufa, a temperatura do nosso planeta até 2035, pode aumentar 2ºC. Em outro estudo, o economista aponta que há longo prazo, a 50% de chance da temperatura da terra aumentar até 2050, 5ºC.
( Capa do livro sobre as mundaças climáticas, escritos pelo economista Nicholas Stern)
2005, foi o ano mais quente desde o início dos registros climáticos modernos. Nesse mesmo ano, a revista Veja publicou um gráfico sobre aquecimento global que mostra onde a temperatura vai aumentar entre 20 e 50 anos. No Brasil, se o alto número de gases continuar sendo emitido na atmosfera, em 50 anos a temperatura do nosso país pode aumentar 5ºC. Mas região que será mais afetada pelo aquecimento global é a região norte do planeta, mais especificamente o pólo Norte, que poderá ter um aumento de 6°C, que ocasionará o derretimento das geleiras.
Existe um estudo que define, porque nas geleiras, principalmente no pólo Norte, será onde a temperatura irá mais aumentar. No século XX, o sérvio Milutin Milankovitch, explicou como o deslocamento cíclico da terra pode causar o avanço ou recuo das geleiras e as eras glaciais. Acredita-se que esse estudo pode explicar o que está acontecendo com o nosso planeta.
Em ciclos de 90.000 anos a Terra tende a mudar a órbita em torno do Sol de elíptica para circular, ou vice versa. Atualmente, a Terra tende a uma órbita circular, o que aumenta a incidência do Sol. Também varia a inclinação do planeta ao seu eixo central entre 22,5 a 24,5 graus, em intervalos de 40.000 anos. Quanto maior a inclinação menor a formação de gelo nos pólos e, quanto menor a inclinação maior a formação de gelo nos pólos. Neste momento, nossa exata inclinação é de 23,5 graus.
Em alguns anos, como consequências dessa inclinação e do aumento da temperatura dos pólos, a geleiras vão derreter, causando o aumento do volume do mar o que provocará catástrofes ambientas incalculáveis, desaparecimento de cidades, destruição de áreas vegetais e morte de seres vivos, são algumas delas.
Escrito por: Rafael Meyer / Fotos: Divulgação
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